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segunda-feira, maio 28, 2012

28 de Maio: Em 1926 foi salva a dignidade nacional


28 de Maio: Em 1926 foi salva a dignidade nacional
 Em 28 de Maio de 1926 as Forças Armadas, animadas por um sentimento unânime de defesa da dignidade nacional, resolveram instaurar um regime de ditadura militar, formando-se então um governo alheio aos partidos e às ideologias partidárias, constituído por técnicos e peritos em matéria de administração dos vários departamentos estaduais.
 Depois de várias hesitações e peripécias, de feitas algumas tentativas infrutíferas e de vencidas várias dificuldades, apenas em 1928 o País passou a ter um governo com autoridade, eficiente e responsável. O facto é que passados apenas dez anos a face do País já era inteiramente diferente, mercê da capacidade, patriotismo e honestidade dos governantes e, também, do franco e decidido apoio da população, Portugal havia retomado o seu lugar entre as nações da Europa, passando a estar presente, de cabeça erguida e livre, como pedra válida no xadrez da política internacional.
 Tanto os estrangeiros como os nacionais residentes fora do País puderam verificar e testemunhar o ressurgimento experimentado e bem assim o progresso que beneficiou a terra portuguesa; simultaneamente, Portugal recuperou o prestígio e o respeito que a sua fulgurante história fazia jus, apesar de ter estado privado de um e outro, ou pelo menos bastante diminuído, durante mais de cem anos.
 Para que fossem alcançados aqueles resultados foi necessário pôr termo às lutas partidárias e às quezílias que alimentavam as rivalidades entre as diversas facções, uma vez que a divisão comprometia a unidade nacional, punha em risco a independência do País e consumia os esforços e recursos necessários à ciclópica tarefa de retirar a Nação da injusta situação de miséria e subdesenvolvimento em que ela se achava.
 Os partidos políticos foram banidos, embora já se achassem desfeitos por falta de adeptos e também em face do descrédito em que haviam caído, tanto os seus programas ou doutrinas, como também os seus dirigentes e camarilhas; a Nação, na sua maioria, farta de sofrer os males da orgia carnavalesca até então vivida no plano político, não regateou o seu indiscutível apoio ao novo regime e aos seus dirigentes, cujos objectivos residiam única e exclusivamente na intransigente defesa ou salvaguarda dos interesses nacionais.
 Com efeito, saneadas as finanças logo no primeiro ano de governo, foi então possível levar a cabo a construção das infra-estruturas e equipamentos essenciais não só ao bem-estar das populações, como também imprescindíveis à revitalização da anemiada e estagnada economia. Foram então construídos e reparados muitos milhares de quilómetros de estradas, foram renovadas as vias férreas, melhoradas as comunicações, construídos portos e erguidas grandes barragens para a irrigação dos campos e, muito especialmente, para a produção de energia eléctrica.
 Os serviços de saúde foram beneficiados com novos hospitais e o ensino foi dotado de estruturas modernas, tendo sido construídos, aos milhares por todo o País, os estabelecimentos escolares exigidos pelos vários graus de ensino.
 A Marinha de Guerra foi totalmente reconstruída, tendo sido dotada de navios modernos, em boa parte construídos em estaleiros nacionais, passando o pavilhão português a marcar significativa presença não apenas nas águas continentais, na salvaguarda dos nossos recursos marítimos, mas também nos mares tropicais da África, Ásia e Oceânia. Simultaneamente procedeu-se ao rearmamento do Exército, tendo este sido dotado não só de material moderno como também foram construídos muitos aquartelamentos amplos e capazes de satisfazer as necessidades de grandes efectivos. A Aeronáutica Militar conheceu a maioridade e foi equipada com importantes oficinas e material de voo indispensável à instrução e treino do pessoal e também ao serviço de campanha.
 A economia experimentou um tal desenvolvimento que o País passou a figurar entre as duas dezenas de nações mais desenvolvidas, sendo de relevar a subida do produto interno bruto, cujas taxas de crescimento atingiram níveis invejáveis que prenunciavam um espectacular desenvolvimento económico.
 Por mais que os caluniadores e detractores do regime do Estado Novo e dos seus dirigentes pretendam solapar ou diminuir a grandiosa obra então realizada, tanto no campo material como no do espírito, a História não deixará de apontar aos vindouros que os 46 anos daquele regime nacional restauraram Portugal e tonificaram nos corações e nas mentes dos patriotas o orgulho da sua qualidade de Portugueses.

domingo, maio 20, 2012

Candilerías 2.0: La Virgen de las Angustias visita Portugal cuatro ...

Candilerías 2.0: La Virgen de las Angustias visita Portugal cuatro ...: Cuatro siglos después de que la Virgen de las Angustias fuese encontrada por los hermanos Corito en aguas del Guadiana, la venerada imagen s...

...miminhos...

...docinhos da Martita

uuummmmhhh DELICIA
ai o colesterol...lol...
pormenores: Prato de alumínio da tropa (Mafra) do Manelinho 1982; Naperon feito por moi (Clarinha) 1999...

sexta-feira, maio 18, 2012

Uma árvore


Uma árvore



Queria ser como uma árvore
Queria ficar ali 
Impavida e serena
Vergando-me ao sabor do vento
Indiferente às tempestades
Queria ser grande e forte,
como uma árvore
para morrer de pé
imponente e majestosa
mas...
Sou pequena
Sou minúscula
Sou gente
Sinto o vento
Abalo-me com as tempestades
só queria ser
como ela
a árvore!!!

Eu e o vento


Eu e o vento


Eu e o vento...
Hoje o vento tras-me boas noticias...
O  vento segreda-me coisas...
No seu tocar(me)de mansinho diz-me o vento...
Diz-me o vento que me queres
Diz-me o vento que me querias
E o vento diz-me também...
O vento,diz-me...
Ai ai o vento diz-me coisas que não posso contar
Ele pediu-me segredo
Pediu-me para não falar
O vento pediu-me apenas
Para me deixar ‘’AMAR’’
Falo muito com o vento
Conto-lhe tantos segredos
Enleamo-nos um no outro
Havemos de encontrar-nos
Teremos  que nos juntar
Só...
Para’’AMAR’’...
Eu
E o vento!
(EU)
16-05-2012

...vai um cafézinho?


quinta-feira, maio 17, 2012

Dia da Espiga


Dia da Espiga
  •  A Quinta-feira da Ascensão é uma festa religiosa católica. Há locais onde é mesmo um dia feriado.
    Celebra a ascensão de Jesus ao Céu, depois de ter sido crucificado e de ter ressuscitado (A Ressurreição é o que a Páscoa celebra).

    A história é esta:
    Quarenta dias depois da Ressurreição, Jesus apareceu pela última vez aos seus discípulos, em Jerusalém, e levou-os ao Monte das Oliveiras.
    Depois de lhes ter renovado a promessa do Espírito Santo, ergueu as mãos ao céu e abençoou-os. Nesse instante começou a elevar-se no ar e não tardou que uma nuvem o escondesse dos olhos deles. Como estes continuaram a olhar o céu, apareceram-lhes dois anjos a anunciar que Jesus voltaria do mesmo modo que o viram subir.
    Então os discípulos deixaram o Monte das Oliveiras e regressaram a Jerusalém.
  • Este dia (a Ascensão) ocorre cerca de quarenta dias depois da Páscoa, e é sempre a uma quinta-feira.
  • E, também, sempre nessa data, celebra-se o Dia da Espiga ou Quinta-feira da Espiga.
  •  Tradicionalmente, de manhã cedo, rapazes e raparigas vão para o campo apanhar a espiga e outras flores campestres.
    Com elas, formam um ramo com: espigas de trigo, folhagem de oliveira, malmequeres e papoilas. O ramo pode também incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos, etc.
  • Cada elemento simboliza um desejo:
      - A espiga = que haja pão (isto é, que nunca falte comida, que haja abundância em cada lar)
      - O ramo de folhas de oliveira = que haja paz (lembra-te que a pomba da paz traz no bico um ramo de oliveira) e que nunca falte a luz (divina). (Dantes as pessoas alumiavam-se com lamparinas de azeite, e o azeite faz-se com as azeitonas, que são o fruto da oliveira.)
      - Flores (malmequeres, papoilas, etc.) = que haja alegria (simbolizada pela cor das flores - o malmequer ainda «traz» ouro e prata, a papoila «traz» amor e vida e o alecrim «traz» saúde e força)
  •  O ramo é guardado ao longo de um ano, até ao Dia de Espiga do ano seguinte, pendurado algures dentro de casa.
  • Acredita-se que este costume, que surge mais no centro e sul de Portugal, nasceu de um antigo ritual cristão, que era uma bênção aos primeiros frutos.
  • No entanto, por ter tanta ligação com a Natureza,pensa-se que vem bem mais de trás no tempo, talvez de antigas tradições pagãs associadas às festas da deusa Flora que aconteciam por esta altura e às quais se mantém ligada à tradição dos Maios e das Maias.
  • Hoje em dia, nas grandes cidades, as pessoas já não vão colher o Ramo da Espiga (nem há onde...), mas há quem os venda, tendo-os colhido e atado, fazendo negócio com a tradição... E ajudando a preservá-la





AQUI FICA UMA SUGESTÃO
Quinta-feira da Assunção ou Ascenção. celebra-se com um passeio matinal pelos campos, em que se colhe um ramo chamado Espiga composto por uma espiga de cevada, malmequeres, papoilas, alecrim, um raminho de oliveira e uma tranquinha de videira. Também se costuma guardar um” papo seco” de um ano para o outro para colocar sobre o nó que ata o raminho, para que nunca falte o pão. Depois o ramo coloca-se atrás da porta para abençoar a casa, e só se tira no proximo ano.
De acordo com a tradição o ramo deve ser colocado por detrás da porta de entrada e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte.
O dia da espiga é também o "dia da hora" e é considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que supostamente não se devia trabalhar.
Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, ao meio-dia, em que em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda, as folhas não se cruzam, nem o passarinho vai ao ninho ".
Cada planta tem um simbolismo:
Espiga - pão;
Malmequer – ouro e prata;
Papoila – amor e vida;
Oliveira – azeite e paz;
Videira – vinho e alegria;
Alecrim – saúde e força.

  • .

 


quarta-feira, maio 09, 2012

O QUE DIZ O DIA DE SEU NASCIMENTO?


O QUE DIZ O DIA DE SEU NASCIMENTO?


Euzinha:

31 – “Dia da Habilidade”

Você é uma pessoa companheira, adora viajar, gosta muito de conversar com as pessoas, ama a natureza. Muito cuidado com as extravagâncias, com a falta de perdão e tente entender que para tudo existe disciplina. Não é adepta a viver sozinha e sim acompanhada de alguém de convivência prazerosa.

Filhota:

16 – “Dia do Triunfo”

Você é uma pessoa muito ligada ao universo espiritual e isso pode ser e muito promissor para dirigir a sua vida. Normalmente, é perfeccionista e se irrita com facilidade, não é muito tolerante diante das situações da vida. Às vezes, certos barulhos das pessoas o incomodam, então, nesses momentos, tente controlar a situação e elevar seus pensamentos rumo à paz de espírito. Para isso, faça reflexões sempre que puder.

Amoreco:

18 – “Dia do Poder Mental”

Você é uma pessoa muito determinada, ativa, independente, generosa, intelectual e apaixonada pelo conhecimento. Adapta-se e bem no mundo da escrita, da comunicação, adora viajar e possui uma forte personalidade no universo das opiniões. Isso significa que ao tomar decisões, raramente, muda de ideia em razão de sua determinação em alta. Muitas vezes, age muito pela emoção, mas a razão estará sempre presente dependendo do assunto. Dirige e muito bem a vida sem sérios problemas, sabe sempre o que deseja! É aquela história: “minha mente é a minha sentença”.

terça-feira, maio 08, 2012

...Amadurecendo...


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!"

Poesia de Mário de Andrade

segunda-feira, maio 07, 2012

... beautiful, lol...



                                  Põr-do-Sol em praia de Faro

domingo, maio 06, 2012

sábado, maio 05, 2012

Maio

Maio mês de Maria



a Ti te ofereço as "minhas - tuas" Rosas





sexta-feira, maio 04, 2012

Família de encantar :-)


O primeiro filhote a nascer foi o João...
A Natureza é algo "brutal" e magnifico...

...como é bom VIVER...viva a VIDA

Isto aconteceu numa janela do 2º andar num prédio na zona de Lisboa em Abril de 2012, a família que lá mora explica:Depois de mais de um ano a estudar as janelas da minha casa, o casal de falcões decide nidificar num pequeno canteiro pendurado junto à janela do quarto da minha filha! Tudo em directo no site http://falcao.novidades-de-encantar.pt/ A espécie é o Falco tinnunculus, cujo nome vulgar é Falcão Peneirei...



meu signo


decepção,dor ou humilhação





Quando chegar uma decepção,dor ou humilhação
Se de repente,

parecer que tudo vai dar errado,e que nada tem jeito,
lembre-se:


"Deus está atento, Ele tem seus planos,seus caminhos"e "tudo concorre para o bem dos que amam a Deus"

sexta-feira, abril 27, 2012

...interessante...


Sintonia com a maledicência

Sincronicidade com as consequências
Halu Gamashi



Maledicência é a arte nefasta de destruir e apavorar. A maledicência é um crime difícil de provar e todo maledicente é um covarde que dissemina o prejuízo a outros roubando a condição da defesa.
 
O que o maledicente não sabe é que organismo humano participa completamente das construções do pensamento e do sentimento. O maledicente não sabe dos venenos e toxinas que existem no nosso corpo e a proliferação delas no ato de construir o sentimento e o pensamento maledicentes. 

O maledicente faz mal a si, organicamente falando, para produzir uma química perversa para falar mal, para provocar o mal, para produzir o mal estar.

Quando penso nisto eu fico imaginando quando a crescente tecnologia comprovar estas teses, o que o homem do futuro pensará sobre nós? É fato que a tecnologia vem comprovando muitas coisas que os terapeutas alternativos afirmam há séculos. Mas, infelizmente, esta realidade não esta aculturada, não faz parte do conhecimento comum, mas logo fará.

Será que os nossos decentes não nos verão como primatas suicidas que, por insegurança, provocavam doenças orgânicas em si mesmos para ter uma pequena diversão bárbara, desenvolvendo maledicências sobre outras pessoas?

Para pensar e sentir maledicentemente o maledicente entra em contato com a parte mais densa e inferior da sua composição emocional e energética. Na minha linguagem eu descrevo este comportamento como sintonia com o eu inferior e, manter-se em sintonia com a própria inferioridade, é aprisionar a capacidade de crescimento não permitindo a evolução e o progresso. Cada pessoa que se aprisiona no seu eu inferior diminui da humanidade a capacidade de crescimento, primeiro por se tornar uma pessoa pesada que destila venenos e mal estar para todos os que estão ao seu redor. Uma pessoa desta pode acabar uma festa, um almoço, um fim de semana de outras pessoas que se reuniram para cultivar a alegria e a diversão, isto quando cooperam para destruir casamentos, sociedades, parcerias etc

Já está comprovado que pessoas alegres e divertidas saem mais rápido de processos de depressão, de ansiedade, suportam melhor as perdas e retomam a vida com mais forca e determinação.

Vocês já pararam para pensar no mal que causa um maledicente, uma maledicência?

As sincronicidade consequentes de uma maledicência são brigas, desafetos, tristeza, medo. Importante pensarmos nisto cada vez que começarmos a construir uma maledicência. Eu sugiro, como terapeuta, uma ação efetiva e eficiente para estas situações, ao sentir os seus primeiros lampejos, procurar ouvir uma boa música, tomar um banho com perfume, não adianta simplesmente deixar para lá, posto que o mal já se apossou do corpo, já se apossou da mente e busca os órgãos da fala para completar a sua saga.

A primeira vítima de uma maledicente é ele mesmo, a segunda vítima é para quem ele confiou a sua maledicência e a terceira vítima é o injuriado, o caluniado, o depreciado.

A primeira vítima sofre organicamente de forma mais direta, a segunda vítima é indiretamente afetada, se concorda com a maledicência deixa de ser a segunda e divide espaço com a primeira vítima, se não concorda com a maledicência vai se sentir irritado, enraivecido, o que traz, da mesma forma, sintonia e sincronicidade com o eu inferior, a terceira vítima, se responde a maledicência com outra maledicência, deixa de ser a terceira vítima e passa a ser a primeira e, se, ao ser maledicentemente importunado, sente raiva, medo ou desprezo também esta entrando em sintonia com o seu eu inferior.

Este texto tem a função de alertar todos os interessados numa vida sadia, anulando do seu cotidiano as inferioridades desnecessárias. Trabalha em favor e em parceria com o eu superior. Tenha bom senso para saber discernir, não permita que a mesquinharia coletiva transforme você em um fantoche da maledicência, não faca sintonia com este tipo de acontecimento. É um tipo de sintonia na qual todos os envolvidos são prejudicados.

Procure se lembrar das vezes em que se envolveu com a maledicência, seja como primeira, segunda ou terceira vítima. Lembrou? Se conseguiu lembrar é porque a química e as energias intrínsecas a este acontecimento ainda circulam  na sua veia.

Não basta dizer não a maledicência, é preciso uma ação maior para cura-lá e, o que muitos ainda não sabem, é que é uma doença com grande força de somatização orgânica.

Sou terapeuta há vinte e cinco anos e sei, por experiência com os meus pacientes, os males e as sincronicidades negativas que a sintonia com o eu inferior podem provocar.

A favor da saúde e de um bem estar maior,


Halu Gamashi

quinta-feira, abril 26, 2012

quarta-feira, abril 25, 2012

sexta-feira, abril 20, 2012

quarta-feira, abril 18, 2012

A vida chama-te

O CHAMAMENTO 

A vida chama-te. A vida chama-te para saíres desse marasmo em que te
meteste. A vida chama-te para novas e grandes aventuras. Só tens de dizer
sim. Só tens de aceitar o compromisso de honrar o que vieste fazer à terra,
que é seres quem tu és. 

Desde que tu consigas em todas as ocasiões Ser, o resto far-se-á por si.
Anda ver a vida. Sai desse casulo, desse mar de pseudoconforto emocional
a que te votaste. «Se não arriscar, nunca vou perder», pensas tu. E também
nunca vais ganhar, digo eu. 

Por isso, fecha os olhos, respira fundo, abre as tuas asas e aprende de uma
vez por todas que começa em ti o movimento de aprenderes a voar. 

Jesus 

sexta-feira, abril 13, 2012

quinta-feira, abril 12, 2012

A ALMA

A ALMA 

Certa vez, uma alminha no céu decidiu reencarnar. Era uma chama de luz,
muito brilhante, na nuvem, à espera de encarnar. Tinha subido havia algum
tempo, e tinha dedicado um período a analisar o passado, a vida passada.
Aliás, as vidas passadas. Tudo o que tinha cumprido, e o que nem por isso.
Emoções tortuosas que tinha limpo e outras que tinha ganho. 

A alminha, na nuvem, preparava-se para uma nova jornada. E preparava
também a missão. O que escolhera desta vez. As tensões a que iria ser
sujeita, para que a sua nova tarefa vingasse. Escolhia o tipo de país, o tipo
de pais, as condições económicas, sociais e atmosféricas. Se iria nascer
com a emoção à flor da pele, ou com um bloqueio desmesurado. 

Tudo foi combinado ao pormenor com as outras almas com quem se iria
cruzar no caminho. Quando encarnasse e entrasse no corpo de um bebé,
iria esquecer-se de tudo. O véu do esquecimento é implacável. Só havia
uma única coisa que lhe pediam que nunca esquecesse. Só uma. 

«Podes esquecer-te de tudo o que combinámos, podes até falhar na missão,
bloquear as emoções ou não chegar sequer a evoluir. Só te pedimos que
não te esqueças de uma coisa. Não te esqueças que não podes deixar, em
hipótese alguma, apagar a tua luz. Pode acontecer tudo, mas não deixes que
ela se apague.» 

Jesus 

quarta-feira, abril 04, 2012

quinta-feira, março 29, 2012

sábado, março 24, 2012

quinta-feira, março 22, 2012

terça-feira, março 20, 2012

segunda-feira, março 19, 2012

Mensagem a um AMIGO



...para Ti Paizinho...
onde estás e como estás???!!!!!

...serás sempre o meu Paizinho !


domingo, março 18, 2012

...rio...choro????

...oh meus Deus

isto é que vai

uma crise

pa todos nós

sábado, março 17, 2012

hoje sou...l+ lagrima...


hoje sou...l+ lagrima...

Hoje sou riso...e...sou lágrima...

sou dor e mágoa...

cansaço...futilmente embelezado...

sou chaga aberta...em parte incerta...

ferida sangrenta...magenta

marcada, chaga...engrossada

Hoje sou desespero...terminal

sou razão...irracional...

sou chão vazio...frio...

sem nada a perder...sem ser...

Hoje sou cloreto de sódio...total...

água perdida...banal...

trémula de sentires...perdidos

de quereres profundos...sentidos

Hoje sou...pedra feita pó...

na mó...do tempo

momento...a momento

areia de praia...levada pelo vento

num mar de tormento...

esquecida no tempo...sem tempo.

Hoje sou só...um suspiro sussurrado...

algures em mim...suspirado

sou ar...perdido...no sal evaporado

água solta em mim...por todo o lado.

Hoje sou lágrima do nada...afogada...

desprovida de razão...

no desespero do coração...



Maria José Lacerda

...aconchego...


...huummmm, que bom ter-te aqui pertinho de mim :-)

quinta-feira, março 15, 2012

...caminho de Luz...




...estou percorrendo este caminho
com a Tua ajuda LÁ chegarei...

terça-feira, março 13, 2012

...leituras...





O que mais gosto de fazer LER







domingo, março 11, 2012






hoje estou numa de LAR DOCE LAR

sexta-feira, março 09, 2012

...8 de Março...


A todas as mulheres que marcaram e marcam a minha vida, um abraço de mulher para mulher.

SER MULHER...

Hoje é dia internacional da mulher.
Para muitas mulheres, o dia em que quase tudo é permitido porque pegam nestas 24 horas para tomarem as rédeas do seu dia e soltá-las num sentimento de libertinagem como se o mundo acabasse amanhã.
Talvez esteja a confundir tudo ou a distorcer, talvez seja fruto dos tempo que atravessamos e que levo a sério para me examinar, talvez...
Talvez por isso não me identifico com a euforia que se instala e que leva a uma corrida desenfreada e ávida de divertimento tantas vezes excessivos.
Este dia nasceu com o objectivo de "tocar as consciências" para as desigualdades e descriminações a que as mulheres têm sido sujeitas ao longo dos tempos e homenagear as que pagaram - até - com a própria vida o seu arrojo de gritar mais alto a reivindicação por bens tão básicos como pão, a paz.
Neste dia lembro todas as mulheres que ainda lutam pelo simples direito de destapar a cara, um gesto banal mas proibido que as priva de sentir o sol na face; A todas as que sofrem mutilações e são destratadas ou olhadas como seres inferiores; Às que sofrem em silêncio pelo silêncio duma ajuda que tarda chegar.
É sobre todas essas mulheres que assento o meu dia e às quais rendo a minha homenagem.
Sou privilegiada. Não pelo facto de poder correr para uma discoteca, não para usufruir duma mesa onde só têm lugar as mulheres, não para gritar bem alto que sou dona de mim e faço o que bem entendo. Mas para me olhar e gritar que tudo posso mas nem tudo me convém. Esta é a minha liberdade: poder dizer: Sim, sim. Não, não!
Hoje, de forma especial, vou olhar para dentro de mim e tentar ver com clareza a mulher que sou. Vou olhar nos meus olhos e ler o que eles refletem e de olhos postos na Mãe das mães - Maria - tirar dela o Seu exemplo de amor, entrega e dedicação e à Sua semelhança ousar ser um pouco melhor.
SER MAIS MULHER!

Dulce Gomes

segunda-feira, março 05, 2012

Olhão: Novo acordo ortográfico foi discutido na Biblioteca
Conversa informal na Biblioteca Municipal
O Novo Acordo Ortográfico, que tanta polémica tem suscitado em Portugal, foi alvo de uma conversa informal na Biblioteca Municipal, esta semana, com o professor de Linguística da Universidade do Algarve Jorge Batista. Os participantes aproveitaram para esclarecer algumas das dúvidas existentes.

Mais importante do que a escrita é a língua, essa terá de ser sempre a que falamos. Quanto à escrita, “precisa de uma norma, que é apenas para a comunicação pública. Em privado, podemos escrever como quisermos”, referiu Jorge Batista em Olhão.

Sobre o Acordo Ortográfico agora alcançado e legislado, recordou que ao longo de décadas existiram várias tentativas de chegar ao consenso e agora à sua implementação, em 2012. Mas, afinal, para que serve um acordo? Por exemplo, “para uma maior aproximação da escrita à pronúncia”. Mas, ressalva Jorge Batista, “a língua não muda. Ninguém passa a falar de forma diferente mas, nalguns casos, temos de reaprender a escrever, o que implica um esforço consciente”.

Para o especialista, “não há nenhum problema de legitimidade, ninguém nos impôs um novo acordo”. Diz Jorge Batista que “a língua faz parte da identidade de um povo, a língua, não a grafia”, para explicar que com as mudanças implementadas a nossa identidade linguística não é posta em causa.

Jorge Batista diz que não concorda com tudo, mas acredita que “existem vantagens e que o texto pode ainda ser melhorado. Somos nós que fazemos esta língua, o mais importante é que saibamos falar e escrever português!”. E defende que a discussão surgida “já fez muito pelo acordo, independentemente de ser bom ou mau”, acrescentando: “Não ficámos humilhados com o novo acordo, mas que há problemas, há!”.

Entre algumas dúvidas surgidas e explicadas durante a conversa com a assistência que esteve presente na Biblioteca Municipal de Olhão, o professor aconselhou a consulta do Portal da Língua Portuguesa, onde é possível obter respostas para muitas interrogações.