| O DIA DA ESSÊNCIA Hoje é o dia da Essência. De brincares com ela, de lhe dares atenção, de a levares a sério. A nível evolutivo, o teu Eu Superior é o mestre. É quem te pode ensinar. É quem tem o teu plano de vida lá em cima, o plano ao qual deves recorrer em caso de dúvida. E, nesse caso, é o Eu Superior. A nível de auto-estima, experiência terrena e auto-realização, é a Essência a grande senhora. É ela que sabe o que te vai fazer feliz aí em baixo. Comos recursos aí de baixo. Ela é quem tem o teu plano de vida aí em baixo e é responsável por fazer com que tu o cumpras da maneira mais criativa possível. Criando um eu novo a cada dia. Ou, pelo menos, rejuvenescendo-o a cada dia. E hoje é o dia dela. Faz algo que desejas fazer há muito tempo. Tem essa coragem. Essa ousadia de correr atrás do que te faz feliz. Vai. Faz isso. E oferece essa ousadia à tua essência. Dá-lhe. Mostra o quão gostas e confias nela. Conversa com ela. Pergunta-lhe o que é que ela quer que vistas hoje, como gostaria que penteasses o cabelo, e por aí adiante. Vais ver que essa bolinha branca no peito vai começar a falar. A dizer o que quer e ao que vem. Tira um dia só para estares com ela. Dá-lhe prioridade na tua vida. E vais ver que vais começar a dar força a uma das maiores aliadas do céu na tarefa definitiva de te fazer feliz. Jesus |
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sexta-feira, novembro 02, 2012
31/10 O DIA DA ESSÊNCIA
quinta-feira, outubro 25, 2012
Desabafos...soas-me a falso...
Desabafos...
porque será que me soas a falso,
porque será que sempre me enganas-te e eu sabendo te perdoei,
agora revelas-te-te e eu não te perdoarei...
Eu
...Chegou a hora do espanto
chegou o grande momento em que tudo é fingimento...
porque será que me soas a falso,
porque será que sempre me enganas-te e eu sabendo te perdoei,
agora revelas-te-te e eu não te perdoarei...
Eu
...Chegou a hora do espanto
chegou o grande momento em que tudo é fingimento...
terça-feira, outubro 23, 2012
terça-feira, outubro 09, 2012
domingo, outubro 07, 2012
...ai,ai Portugal...
(Oscar Wilde)
...e eu agradeço por ter comidinha e ter a vida "estabilizada" só a saúde é que está um pouco "debilitada" será da Menopausa ...pois pois é a "velhice" chegando, também que venha ela mas com saúde e boa disposição :-)
"Aconselhar economia ao pobre é grotesco e insultante. É como aconselhar que coma menos quem está morrendo de fome"
...e eu agradeço por ter comidinha e ter a vida "estabilizada" só a saúde é que está um pouco "debilitada" será da Menopausa ...pois pois é a "velhice" chegando, também que venha ela mas com saúde e boa disposição :-)
quinta-feira, outubro 04, 2012
...é bom chorar...eu sei...
CHORAR PARA DEIXAR DE PERDER

O que é chorar? Chorar é retirar a energia negativa
que, estando dentro de ti, te fez atrair precisamente a
circunstância que atraíste que te deixou triste. E, ao
retirares essa energia – partindo do princípio de que
atrais sempre uma energia igual à que emanas –, ao
retirares essa energia, irás deixar de emanar e, por
conseguinte, irás deixar de atrair.
Percebe o circuito: Tens uma energia dentro de ti.
Energia de violência, por exemplo. Irás emanar essa
energia de violência. Por conseguinte, irás atrair uma
energia igual ou equivalente. Neste caso, irás atrair
violência. Terás duas hipóteses:
Primeira: revoltares-te contra quem te fez mal,
colocando a tua atenção no outro, que está fora de ti,
não indo aí dentro, não limpando e continuando, por
isso, a emanar. E assim, pela ordem natural das
coisas, irás continuar a atrair porque continuas a
emanar. Segunda: perceberes que esta situação te
deixou triste – não julgando o outro que te fez mal –,
chorando essa tristeza, retirando essa energia do teu
peito, e deixando assim de emanar. E assim, pela
ordem natural das coisas, não irás continuar a atrair
violência porque deixaste de a emanar.
Como vês, chorar é o princípio base. O resto, faz-se
por si próprio. Pegando no exemplo referido aqui:
Recebes violência; Choras por ter recebido violência;
Retiras a violência do teu peito; Deixas de emanar;
Deixas de atrair. É simples, não é? Mas difícil de
executar, eu sei.
E por isso o ser humano nasceu com o ego. O ego,
quando compreende, e se compromete com a luz, tem
força suficiente para fazer isto que proponho… e muito
mais. Por isso, podes começar já. Chora. Vai fazer-te
bem. E eu estou cá em cima caso precises de mais
alguma coisa.
Jesus

O que é chorar? Chorar é retirar a energia negativa
que, estando dentro de ti, te fez atrair precisamente a
circunstância que atraíste que te deixou triste. E, ao
retirares essa energia – partindo do princípio de que
atrais sempre uma energia igual à que emanas –, ao
retirares essa energia, irás deixar de emanar e, por
conseguinte, irás deixar de atrair.
Percebe o circuito: Tens uma energia dentro de ti.
Energia de violência, por exemplo. Irás emanar essa
energia de violência. Por conseguinte, irás atrair uma
energia igual ou equivalente. Neste caso, irás atrair
violência. Terás duas hipóteses:
Primeira: revoltares-te contra quem te fez mal,
colocando a tua atenção no outro, que está fora de ti,
não indo aí dentro, não limpando e continuando, por
isso, a emanar. E assim, pela ordem natural das
coisas, irás continuar a atrair porque continuas a
emanar. Segunda: perceberes que esta situação te
deixou triste – não julgando o outro que te fez mal –,
chorando essa tristeza, retirando essa energia do teu
peito, e deixando assim de emanar. E assim, pela
ordem natural das coisas, não irás continuar a atrair
violência porque deixaste de a emanar.
Como vês, chorar é o princípio base. O resto, faz-se
por si próprio. Pegando no exemplo referido aqui:
Recebes violência; Choras por ter recebido violência;
Retiras a violência do teu peito; Deixas de emanar;
Deixas de atrair. É simples, não é? Mas difícil de
executar, eu sei.
E por isso o ser humano nasceu com o ego. O ego,
quando compreende, e se compromete com a luz, tem
força suficiente para fazer isto que proponho… e muito
mais. Por isso, podes começar já. Chora. Vai fazer-te
bem. E eu estou cá em cima caso precises de mais
alguma coisa.
Jesus
quarta-feira, outubro 03, 2012
Sucesso é… ser feliz!
Sucesso é… ser feliz!
“O planeta não precisa de mais ‘pessoas de sucesso’.
O planeta precisa desesperadamente de mais pacificadores,curadores, restauradores, contadores de histórias e amantes de todo tipo.
Precisa de pessoas que vivam bem nos seus lugares.
Precisa de pessoas com coragem moral dispostas a aderir à luta para tornar o mundo habitável e humano, e essas qualidades têm pouco a ver com o sucesso tal como a nossa cultura o tem definido.”
Dalai Lama
segunda-feira, outubro 01, 2012
domingo, setembro 30, 2012
...finalmente Acordei...
úsica: Fernando Lopes Graça
Letra: José Gomes FerreiraA. Guimarães
Letra: José Gomes FerreiraA. Guimarães
Acordai
acordai
homens que dormis
a embalar a dor
dos silêncios vis
vinde no clamor
das almas viris
arrancar a flor
que dorme na raíz
Acordai
acordai
raios e tufões
que dormis no ar
e nas multidões
vinde incendiar
de astros e canções
as pedras do mar
o mundo e os corações
Acordai
acendei
de almas e de sóis
este mar sem cais
nem luz de faróis
e acordai depois
das lutas finais
os nossos heróis
que dormem nos covais
Acordai!
sábado, setembro 29, 2012
Pão Alentejano - sabedoria de um Povo
Pão Alentejano - E assim do pouco se faz muito.
Só ou acompanhado. Em açordas, migas ou ensopado. Em fatias douradas ou em boleimas, o pão alentejano é entrada, refeição e sobremesa, mas também petisco para qualquer hora. Sabor genuíno que o povo tornou pão para toda a obra, deve ser feito e comido sem pressa, como tudo por estas terras onde, havendo pão, ninguém passa fome...
Numa região que durante décadas foi o “celeiro de Portugal”, o pão só podia ser farto e do melhor. Mas mesmo antes das planícies alentejanas se encheram de searas douradas já este alimento fazia parte do quotidiano das gentes do Alentejo, tornando-se naquilo que ainda é hoje: o pão nosso de cada dia.
Reza a história que foram os romanos a intensificar a panificação na Península Ibérica, embora haja vestígios anteriores de um tipo de fermentação (a partir da espuma da cerveja) que fazia um pão diferente, mais leve e esponjoso.
Com a ocupação moura em Portugal, a cultura alimentar muçulmana passou a fazer parte do ADN da gastronomia alentejana, influenciando até a forma de comer o pão. De facto, uma das mais antigas receitas muçulmanas - o tharid ou târida - já fala do pão mergulhado num caldo aromático e temperado com azeite, ao qual ainda se podia juntar carne ou vegetais. Tal qual as açordas ou o ensopado alentejano...
Já no final do século XIX, o fabrico do pão no Alentejo reflectia o estatuto social e económico de quem o consumia. Um texto da época revela que o pão de trigo – branco e ralo – era “respectivamente para amos e criados de portas adentro”, enquanto o de centeio “denominado macarrote” estava destinado aos “criados e malteses” e o pão de farelos de centeio, “as perruanas”, servia de alimento aos “os cães de gado”.
A fome que deu em fartura.
Hoje, o consumo do pão é bem mais democrático, mas ainda são muitos os alentejanos que se lembram dos tempos em que apenas podiam comer o de centeio (aquele que, ironicamente, é agora dos mais caros) porque o de trigo não era para todos. Mas se é verdade que as dificuldades sempre foram grandes nesta região, também é certo que levaram o povo a puxar pela imaginação para “matar o bicho”, como ainda hoje se diz por lá.
De facto, a juntar ao pão (que até pode ser duro) basta um pouco de água a ferver, um fio de azeite, um naco de chouriço e umas ervas apanhadas da terra para fazer uma comida rica, saborosa e acessível. Estamos a falar, é claro, de uma boa açorda ou de um substancial ensopado.
Antes mesmo destes pratos virem à mesa, os alentejanos também gostam de comer umas fatias de pão, seja ele simples ou acompanhado com manteiga, azeitonas ou enchidos. E se sobrar também não faz mal, porque vai bem a tempo de ser aproveitado para uma boleima (massa de pão adocicada com açúcar e canela) ou umas gulosas fatias douradas (pão frito depois de encharcado em leite e ovos). E assim do pouco se faz muito.
João Monge Ferreira
Movimento Novos Rurais
Pessoas mais livres, plenas e felizes! https://www.facebook.com/
quinta-feira, setembro 27, 2012
quarta-feira, setembro 26, 2012
quinta-feira, setembro 20, 2012
sexta-feira, setembro 14, 2012
quinta-feira, setembro 13, 2012
...aproveito...
APROVEITA
Já reparaste que às vezes tens coisas na tua vida que te enchem
de alegria? Situações inesperadas e felizes, ou a concretização de
assuntos pela qual esperaste tanto tempo? Já notaste que às vezes,
nem que seja por breves momentos, és extremamente feliz?
E o que é que fazes com essa felicidade toda? Aproveita-la ao
máximo? Gozas essa felicidade? Aproveitas para sentir, sentir,
sentir, de forma a equilibrar com aqueles dias menos bons que
passas a chorar? O que é que fazes com essa alegria toda?
Vais a correr contar a alguém. Não consegues viver primeiro
intensamente só para ti. E já reparaste que essa pessoa à qual tu
contas nunca te devolve a mesma energia? Já notaste que ela, como
não está dentro do assunto, se limita a ficar contente por ti quando
fica? Tu vais contando, e como a pessoa não se anima, achas que o
problema é dessa pessoa, e contas a outra que também não se
anima, e tu, vais murchando, murchando… chega uma altura em que
quem já não se anima és tu próprio. O que é que fizeste de errado?
Esvaíste essa energia. Dispersaste-a com os outros. Não a guardaste
para ti, para te encher, para te iluminar. Se reparares bem, nunca
guardas nada para ti. E depois culpas os outros que não se animam
com as tuas coisas, que não te entendem. E chega uma altura em
que, como eles não se interessam, já nem tu te interessas.
Aprende uma coisa: às vezes temos de guardar algo só para nós. É
como se fosse um segredo. Ou, pelo menos, por um tempo. Só para
nós. Aproveita, anima-te, interessa-te. E fica com essa energia. Às
vezes parece que vais explodir. Mas fica. Esse é o teu alimento
energético. Esse é o teu alimento de luz.
Jesus
Já reparaste que às vezes tens coisas na tua vida que te enchem
de alegria? Situações inesperadas e felizes, ou a concretização de
assuntos pela qual esperaste tanto tempo? Já notaste que às vezes,
nem que seja por breves momentos, és extremamente feliz?
E o que é que fazes com essa felicidade toda? Aproveita-la ao
máximo? Gozas essa felicidade? Aproveitas para sentir, sentir,
sentir, de forma a equilibrar com aqueles dias menos bons que
passas a chorar? O que é que fazes com essa alegria toda?
Vais a correr contar a alguém. Não consegues viver primeiro
intensamente só para ti. E já reparaste que essa pessoa à qual tu
contas nunca te devolve a mesma energia? Já notaste que ela, como
não está dentro do assunto, se limita a ficar contente por ti quando
fica? Tu vais contando, e como a pessoa não se anima, achas que o
problema é dessa pessoa, e contas a outra que também não se
anima, e tu, vais murchando, murchando… chega uma altura em que
quem já não se anima és tu próprio. O que é que fizeste de errado?
Esvaíste essa energia. Dispersaste-a com os outros. Não a guardaste
para ti, para te encher, para te iluminar. Se reparares bem, nunca
guardas nada para ti. E depois culpas os outros que não se animam
com as tuas coisas, que não te entendem. E chega uma altura em
que, como eles não se interessam, já nem tu te interessas.
Aprende uma coisa: às vezes temos de guardar algo só para nós. É
como se fosse um segredo. Ou, pelo menos, por um tempo. Só para
nós. Aproveita, anima-te, interessa-te. E fica com essa energia. Às
vezes parece que vais explodir. Mas fica. Esse é o teu alimento
energético. Esse é o teu alimento de luz.
Jesus
quinta-feira, setembro 06, 2012
...em Mim me concentro...
MOVIMENTO
Quando tudo está mal, concentra-te em ti. Quando tudo à tua volta
está a ruir, pensa que o movimento do Universo quando quer que tu
entres dentro de ti próprio, faz ruir tudo à sua volta. É um movimento
perpétuo. Tu sais da tua energia para ir buscar segurança nos outros.
Tudo o que é fora de nós é mais fácil. Tudo o que é fora de nós é mais
confortável. É seguro.
Entrar dentro de ti próprio é que é difícil. Aí dentro estão tristezas,
mágoas, ressentimentos e admoestações. Aí dentro está escuro. Aí
dentro está frio. Por isso, é compreensível que fujas de aí de dentro a
sete pés. E te agarres aos outros. E ao te apegares aos outros, estás
a provocar o Universo para agir.
O Universo não pode permitir que te mantenhas fora de ti. Portanto,
vai ter de te retirar a segurança que encontravas no teu
relacionamento com os outros. E como é que o Universo te retira
essa segurança? Simples. Quebra a tua ilusão de que esses
relacionamentos fossem altamente satisfatórios. E como é que o
Universo quebra a tua ilusão? Desiludindo-te.
De repente, sem porquê, as pessoas nas quais tu depositavas tanta
confiança, zangam-se contigo, fazem asneiras, não te dão a atenção
devida, ficam doentes, morrem. Todo este movimento de perder os
outros – ou melhor, a ilusão de relação idílica que tens com os outros
– tem um único e singelo propósito.
Fazer-te olhar para ti. Sentir a tua própria energia. Faz-te ver-te. Faz-
te criar alguém que gostarias de ser. Que te orgulhas de ser. Todo
este movimento coloca-te indubitavelmente na tua própria dimensão
emocional. Faz-te sentir. E através do sentir, mesmo que seja dor,
mesmo que seja alegria, esse sentir vai fazer-te abrir o canal. Vai
fazer-te subir pelo canal.
Vai ensinar-te a vir cá acima buscar segurança no único lugar do céu
que pode realmente dar-te segurança. Nos seres de luz. No Eu
Superior. E, em última instância, em Mim.
Jesus
Quando tudo está mal, concentra-te em ti. Quando tudo à tua volta
está a ruir, pensa que o movimento do Universo quando quer que tu
entres dentro de ti próprio, faz ruir tudo à sua volta. É um movimento
perpétuo. Tu sais da tua energia para ir buscar segurança nos outros.
Tudo o que é fora de nós é mais fácil. Tudo o que é fora de nós é mais
confortável. É seguro.
Entrar dentro de ti próprio é que é difícil. Aí dentro estão tristezas,
mágoas, ressentimentos e admoestações. Aí dentro está escuro. Aí
dentro está frio. Por isso, é compreensível que fujas de aí de dentro a
sete pés. E te agarres aos outros. E ao te apegares aos outros, estás
a provocar o Universo para agir.
O Universo não pode permitir que te mantenhas fora de ti. Portanto,
vai ter de te retirar a segurança que encontravas no teu
relacionamento com os outros. E como é que o Universo te retira
essa segurança? Simples. Quebra a tua ilusão de que esses
relacionamentos fossem altamente satisfatórios. E como é que o
Universo quebra a tua ilusão? Desiludindo-te.
De repente, sem porquê, as pessoas nas quais tu depositavas tanta
confiança, zangam-se contigo, fazem asneiras, não te dão a atenção
devida, ficam doentes, morrem. Todo este movimento de perder os
outros – ou melhor, a ilusão de relação idílica que tens com os outros
– tem um único e singelo propósito.
Fazer-te olhar para ti. Sentir a tua própria energia. Faz-te ver-te. Faz-
te criar alguém que gostarias de ser. Que te orgulhas de ser. Todo
este movimento coloca-te indubitavelmente na tua própria dimensão
emocional. Faz-te sentir. E através do sentir, mesmo que seja dor,
mesmo que seja alegria, esse sentir vai fazer-te abrir o canal. Vai
fazer-te subir pelo canal.
Vai ensinar-te a vir cá acima buscar segurança no único lugar do céu
que pode realmente dar-te segurança. Nos seres de luz. No Eu
Superior. E, em última instância, em Mim.
Jesus
quarta-feira, setembro 05, 2012
Que mão é esta?
Aqui onde me tens visto,
Não voltarás a ver-me
Agora o mundo já não precisa de mim
Existo noutro local mais belo
Existo não existindo
Vejo-te sem ser vista
Contemplo-te adorando-te
Quis...
pois quis
pois quis
Mas morri...
Parti daqui
Nem deste pela minha falta
Sei...
Sei que nunca comigo contavas
Mas...
Assim mesmo dói-me ter que partir
Deixando-te só...
Mais só que nunca
Apenas eu
Te observo
Guardo uma estrela para ti
Um dia juntar-nos-emos
E aí nos entenderemos
Seremos eternamente’’nós’’
(EU)pela mão não sei de quem...
Adelina Charneca
16-08-2012
terça-feira, setembro 04, 2012
...bom tamanho...
O mais importante é estar vivo e com saúde.
O restante a gente tenta conquistar.
E o que vier está de bom tamanho.
__________________________
terça-feira, agosto 21, 2012
18/Agosto/1984 - 18/Agosto/2012...
com muito Amor e Dedicação a Vida tem mais encanto...e assim se passaram 28 anitos de AMO-TE, ADORO-TE E QUERO-TE :-)
pois é isso mesmo embora ainda nos faltem uns bons aninhos;
epá vamos lá ver qual é que vai ser o "cajadinho"ai,ai Manelinho...
quarta-feira, agosto 15, 2012
Não há duas maneiras de fazer as coisas
SÓ HÁ UMA MANEIRA
maneiras, e cada um faz à sua. As várias formas diferentes de agir definem a diversidade do ser humano. Nem há duas maneiras de fazer as coisas, pois os opostos definem a dualidade da matéria. Só há uma maneira de fazer as coisas. E todas as outras maneiras são caminhos para chegar lá. São formatos daí de baixo, densos, sem a alta frequência que é pedida aos aspirantes espirituais. Só há uma maneira. E essa é: sentir, sentir, sentir. Quanto mais aberto o sentir, melhor. Quanto mais respeitares esse sentir, melhor. Quanto melhor perceberes que esse sentir é o teu eu verdadeiro, aquele que as amarras não prendem e os conceitos não vergam, melhor. Quanto mais celebrares essa sensibilidade extrema, melhor. Não há duas maneiras de fazer as coisas. Só há uma. E essa, tem tudo a ver comigo.
Jesus
|
quarta-feira, agosto 08, 2012
terça-feira, agosto 07, 2012
...palavras sábias...
Um dos meus primeiros gestos ao acordar é abrir a janela e debruçar-me – em silêncio – no parapeito predisposta a consentir que a natureza me fale. Abstenho-me do betão e dos fios de electricidade que me circundam e fixo-me mais além, por entre a fresta que me abre ao horizonte e me agita a dormência com pinceladas de existência.
Estes pequenos momentos alimentam e repõem no meu coração a gratidão pelo dom da vida. Dádiva que por ser efémera merece de mim um acréscimo de vibração que me prepara para receber o presente de mais um dia como uma página em branco onde me defino, depuro e apuro.
Ser grata é a base para desenvolver o que tenho e sou com um olhar desprendido do meu umbigo, porquanto confirmo a minha pequenez; é permitir que a vida me abane interiormente sem ficar inerte perante a necessidade de recuo ou avanço; é conseguir a proeza de exultar de alegria diante de pequenas coisas e sentir-me abençoada perante elas.
É que estar vivo é muito mais do que nos mexermos como autómatos à espera do fim anunciado; Estar vivo é descruzar os braços e estende-los em busca de outros e prosseguir com a certeza de que Aquele que nos deu a vida caminha connosco.
Fica esta frase do Monsenhor Jonas Abib:
"Senhor dá-me a graça de ser, hoje, tudo aquilo que eu devo ser".
Dulce Gomes
segunda-feira, agosto 06, 2012
segunda-feira, julho 30, 2012
sábado, julho 28, 2012
sexta-feira, julho 27, 2012
Ao compasso da Vida...
Ao compasso
o piano marca compassos suaves
na rudeza das mãos a harmonia das notas
quebrada no espaço por sons graves
lá fora a tempestade chora sobre as pedras do chão
raios trovões uma nocturna solidão
um vulto de mulher emerge da noite
pára sob a luz de um candeeiro
parece esperar alguém…
as mãos sobre o piano tocam agora para ela
a chuva encharca a angústia do momento
um breve momento de marcas profundas
os olhos não pestanejam só olham a janela
as mãos não acenam percorrem tristes as teclas do piano
choram uma melodia nostálgica às lágrimas daquela mulher
que se desfazem no chão
o piano
a janela
a noite
alguém que não vem
o cenário perfeito na brevidade de uma canção
quando o piano toca à janela um doce presságio
notas suaves despidas de ilusão
não há consolo não há salvação
é vida ao sabor da melodia de um naufrágio
depois deste momento
o que vai ser de ti?
o que vai ser de mim?
o que vai ser de nós?
sempre que o piano tocar à janela
o piano marca compassos suaves
na rudeza das mãos a harmonia das notas
quebrada no espaço por sons graves
lá fora a tempestade chora sobre as pedras do chão
raios trovões uma nocturna solidão
um vulto de mulher emerge da noite
pára sob a luz de um candeeiro
parece esperar alguém…
as mãos sobre o piano tocam agora para ela
a chuva encharca a angústia do momento
um breve momento de marcas profundas
os olhos não pestanejam só olham a janela
as mãos não acenam percorrem tristes as teclas do piano
choram uma melodia nostálgica às lágrimas daquela mulher
que se desfazem no chão
o piano
a janela
a noite
alguém que não vem
o cenário perfeito na brevidade de uma canção
quando o piano toca à janela um doce presságio
notas suaves despidas de ilusão
não há consolo não há salvação
é vida ao sabor da melodia de um naufrágio
depois deste momento
o que vai ser de ti?
o que vai ser de mim?
o que vai ser de nós?
sempre que o piano tocar à janela
quinta-feira, julho 26, 2012
Dia dos Avós (Portugal)
Dia dos Avós (Portugal)
26 de Julho
Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de Julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.
Século I a.C. - Conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem baptizaram de Maria. Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos. Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos. Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida para ser Mãe de Seu Filho. São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.
26 de Julho
Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de Julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.
Século I a.C. - Conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem baptizaram de Maria. Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos. Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos. Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida para ser Mãe de Seu Filho. São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.
quarta-feira, julho 25, 2012
Tentar Não é igual a desistir...
Tenho-te dito o que fazer. Às vezes coisas difíceis, às vezes coisas
impensáveis. Mando-te fazer coisas simples e singelas ou complexas
e imprescindíveis. É claro que as tentas fazer. É claro. Mas nem
sempre consegues. Nem sempre és capaz, nem sempre tens
evolução para tanto. E aí vem a culpa. «Não fiz isto, não fiz aquilo.
Não fiz o que deveria fazer.» Culpa.
A partir daí tens dois problemas. O de não teres feito o que te pedi, o
que naturalmente causa um certo embaraço na tua alma… E a culpa
de não teres feito o que te pedi, o que naturalmente causa algum
embaraço em mim. A questão é outra.
E se, em vez de não fazeres o que pedi e sentires culpa por isso,
encontrasses uma terceira via? Uma via possível? Se te mando correr
100 metros e não consegues, o que seria desejável? Não correres
nada, ou correres pelo menos 50, 60, 70 metros? Ou 20 ou 30? Mas
pelo menos correres alguma coisa. Neste caso, quanto mais
corresses, mesmo não sendo os 100 metros, quanto mais corresses,
repito, mais perto ficarias do destino original, do destino solicitado por
mim.
Agora pensa nas coisas que te peço. Algumas impossíveis para ti.
Impossíveis, por enquanto.Porque se começares agora a fazer «uma
parte» dessas coisas e continuares sempre a avançar nesse caminho,
mais perto estarás do meu objectivo. Não consegues perdoar alguém,
por exemplo. Mas podes tratar essa pessoa com mais amor. Não
consegues tratá-la com amor, mas podes tratá-la com respeito. Podes
sempre fazer alguma coisa. Lembra-te sempre: cada passo que
damos em direcção à luz é um passo que nos afastamos das trevas.
Jesus
quarta-feira, julho 18, 2012
...alguns versos...
Versos
Versos! Versos! Sei lá o que são versos...
Pedaços de sorriso, branca espuma,
Gargalhadas de luz, cantos dispersos,
Ou pétalas que caem uma a uma...
Versos!... Sei lá! Um verso é o teu olhar,
Um verso é o teu sorriso e os de Dante
Eram o teu amor a soluçar
Aos pés da sua estremecida amante!
Meus versos!... Sei eu lá também que são...
Sei lá! Sei lá!... Meu pobre coração
Partido em mil pedaços são talvez...
Versos! Versos! Sei lá o que são versos...
Meus soluços de dor que andam dispersos
Por este grande amor em que não crês...
Florbela Espanca
Versos! Versos! Sei lá o que são versos...
Pedaços de sorriso, branca espuma,
Gargalhadas de luz, cantos dispersos,
Ou pétalas que caem uma a uma...
Versos!... Sei lá! Um verso é o teu olhar,
Um verso é o teu sorriso e os de Dante
Eram o teu amor a soluçar
Aos pés da sua estremecida amante!
Meus versos!... Sei eu lá também que são...
Sei lá! Sei lá!... Meu pobre coração
Partido em mil pedaços são talvez...
Versos! Versos! Sei lá o que são versos...
Meus soluços de dor que andam dispersos
Por este grande amor em que não crês...
Florbela Espanca
...Amor...dor...
AMOR E DOR Há uma diferença clara entre amar e fragilizar-se. O amor é uma frequência única de contentamento, de entrega, de doação. O amor é um acto solidário de alma para alma. É quando os chakras do coração se encontram definitivamente e voam rumo à dimensão dos céus. É mais alto do que tudo. O amor é o mais alto padrão de frequência vibratória que um ser humano pode querer almejar. A fragilização é o oposto da resistência. Fragilizar-se é optar por desligar. É prescindir do controlo. É aceitar o comando do céu, tanto na vida como nas emoções. Fragilizar-se é deixar-se ir na corrente, sem medos nem resistência, só pelo simples facto de que é assim que tem de ser. Só pelo facto de que assim, sem controlar nada, é a única hipótese de nos deixarem guiar a vossa vida, através de conselhos sábios que se manifestam através da vossa intuição. Eu só consigo falar – deixar-me ouvir – com quem está frágil. Só consigo comunicar com quem prescinde do ego e não quer saber tudo. Tudo, sei eu. E porque é que eu te transmito uma mensagem acerca da diferença entre amar e fragilizar-se? Simples. Porque se não te deixares fragilizar, não vais amar nunca. Se não te deixares ir ao sabor das águas da emoção, se não te deixares diluir na dor quando ela vier, se não acederes à dor quando ela vier, repito, nunca poderás entregar-te ao sentimento que mais dor provoca. O amor. E quando aceitares que só aceitando a dor quando ela vem, só sabendo que para ser bom terás de viver alguns momentos de dor, só quando aceitares completamente que isto tudo é dual, e que é necessário harmonizar e aceitar os dois, cada um a seu tempo, só nessa altura estarás pronto para te entregares definitivamente, incondicionalmente, ao amor. Jesus |
domingo, julho 15, 2012
quinta-feira, julho 12, 2012
...há dias assim...
QUERO UM DIA PARA CHORAR
Quero um dia para chorar.
Mas a vida vai tão depressa!
Não é preciso deixar contida a tristeza,
para que a vida, que acaba quando mal começa,
tenha tempo de se acabar.
Não quero amor, não quero amar...
Não quero nenhuma promessa nem mesmo para ser cumprida.
Não quero a esperança partida, nem nada de quanto regressa.
Quero um dia para chorar.
Quero um dia para chorar.
Dia de desprender-me dessa aventura mal entendida
sobre os espelhos sem saída em que jaz a minha face impressa.
Chorar sem protesto.
Chorar.
Mas a vida vai tão depressa!
Não é preciso deixar contida a tristeza,
para que a vida, que acaba quando mal começa,
tenha tempo de se acabar.
Não quero amor, não quero amar...
Não quero nenhuma promessa nem mesmo para ser cumprida.
Não quero a esperança partida, nem nada de quanto regressa.
Quero um dia para chorar.
Quero um dia para chorar.
Dia de desprender-me dessa aventura mal entendida
sobre os espelhos sem saída em que jaz a minha face impressa.
Chorar sem protesto.
Chorar.
Cecília Meireles
segunda-feira, julho 09, 2012
quinta-feira, julho 05, 2012
domingo, julho 01, 2012
A RAÇA DO ALENTEJANO
A RAÇA DO ALENTEJANO
É esta raça que ainda vai salvar o País.
Como é um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho....
E também não é bem judeu, nem bem cigano.
Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão:
- Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
- dos negros, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
- dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
- dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
- dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
- dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
- dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.
O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.
Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus.
Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus: nunca foram eleitos por ninguém,
o que é o melhor certificado da sua qualidade.
Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que
«as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».
E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?
Era um descanso!!! ...
Texto de Luis Afonso
Desenho de Carlos Rico
É esta raça que ainda vai salvar o País.
Como é um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho....
E também não é bem judeu, nem bem cigano.
Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão:
- Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
- dos negros, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
- dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
- dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
- dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
- dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
- dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.
O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.
Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus.
Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus: nunca foram eleitos por ninguém,
o que é o melhor certificado da sua qualidade.
Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que
«as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».
E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?
Era um descanso!!! ...
Texto de Luis Afonso
Desenho de Carlos Rico
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