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sexta-feira, dezembro 30, 2011
quinta-feira, dezembro 29, 2011
...xxiii...que saudades...
Calendário semanal...
segunda-feira, dezembro 26, 2011
domingo, dezembro 25, 2011
sexta-feira, dezembro 23, 2011
...linnnnnddddoooo...
...Natal 2011...

E pronto cá estamos novamente noutro Natal, com muita Saúde, Paz e Amor assim é maravilhoso...obrigado :-)...a mim à minha filhota e ao meu maridinho e não posso também esquecer o carinho dos meus animaizinhos de estimação que me aturam as "malazeiras", também agradeço a toda a família e amiguinhos...
terça-feira, dezembro 13, 2011
...vale a pena VIVER...

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
domingo, dezembro 11, 2011
...o Natal bata à porta...
IMAGINA...
Não deixar entrar. O segredo é esse. Não deixar entrar. Imagina um dia em que
a tua energia está tão resolvida, tão concentrada, tão esclarecida e
emancipada. Imagina um dia em que o teu sistema energético vibra pela tua
única e inconfundível frequência. Que vibra pela energia una da tua alma,
e que se mantém assim inalterada, para o bem e para o mal, imune às
interferências do exterior, às interferências dos humores e da matéria. Era só
isto que eu queria que tu fizesses. Só isto.
E como sei que o «só isto» é muito, dou-te uma dica. Não deixar entrar. Tenta
não deixar entrar as informações que vais tendo na matéria. Os problemas
surgem? Devolve-os, mas sem os deixar entrar dentro da tua energia. Resolve-
os, sem te alterares, sem deixares que a energia densa de um obstáculo
«suje» a tua própria energia.
Existe um conflito? Resolve-o, mas sem deixar entrar. Olha para ele, sabendo
que ele tem a importância que tem, e mais nada. Não o deixes perturbar a tua
vida. Toma só cuidado para que esse «não deixar entrar» seja real, de dentro
para fora, e não apenas uma racionalização das emoções.
É claro que se, por vezes, não conseguires fazer isto, não conseguires não
deixar entrar, é claro que se, em alguns casos, o conflito te tocar forte e
fundo, até nessa altura saberás o que fazer. Chora, abre o peito e retira a
densidade. Não culpes ninguém. Se a energia do conflito entrou é porque
havia uma memória de dor para soltar. E depois disso feito, volta à matriz.
Centra-te. Volta a sentir a tua energia e tenta não deixar mais nada entrar.
Este é um dos maiores segredos da vida. E um dia, quando já nada, mas
absolutamente nada, entrar para te perturbar, quando só entrar amor, afecto e
energia sensível, nessa altura terás terminado a tua função na terra e poderás
vir cá para cima sem medo de ser puxado novamente pela roda das
encarnações. Nessa altura o teu espírito e a tua alma irão unir-se
definitivamente – pois terminou a experiência da matéria – para poderem,
juntos, continuar a sua jornada rumo à eternidade.
quinta-feira, dezembro 01, 2011
quarta-feira, novembro 30, 2011
...porque é que não tenho o melhor...porque Eu não quero...
quinta-feira, novembro 24, 2011
DANÇA da VIDA...
DANÇA
Tenta descobrir qual o tango que as pessoas dançam. O oprimido já é oprimido
mesmo antes de atrair o opressor.E o opressor já o é antes de atrair o oprimido.
Quando eles se atraem, para quem vê de fora, parece incrível, como aquela
pessoa pode oprimir tanto a outra. Mas não é bem assim. Eles encaixam e
dançam o tango.
E (como vocês dizem) o tango só pode ser dançado a dois. Ninguém consegue
dançar o tango sozinho. É só perceber a lógica de cada um. Em cada duas
pessoas, há sempre áreas que convergem e áreas que divergem. Fará parte do
livre-arbítrio e da memória de ambos escolherem a área boa, a área que tem luz,
para partilharem esta vida.
Mas podem escolher a área densa que os une. E multiplicá-la até à exaustão. A
escolha é de cada um. Se conseguires compreender os pólos de cada um, se
conseguires desvendar o «tango» que cada um dança, depois basta desmontar
essa falácia.
Quando cada um perceber que encaixa na memória kármica do outro, e que
pode escolher sair de lá, pode acontecer, pode mesmo acontecer que consigam
os dois ganhar consciência e sair de lá de mãos dadas.
Alexandra Solnado
quinta-feira, novembro 17, 2011
SOMOS "Seres" e não "Teres"
POR QUE SOMOS "Seres" e não "Teres"
quarta-feira, novembro 16, 2011
...o que nos faz crescer...
A vida nos ensina e o tempo faz-nos crescer. Este é o lema que me faz tentar vencer a mediocridade. Para vivermos em harmonia, temos que saber fazer cedências. São palavras que eu encerro no meu coração. Na minha infância, por vezes, não tinha vontade de frequentar a escola. Mas senti que, ao longo do tempo, a justiça foi o meu melhor professor. Em certas alturas da vida, os tapetes que pisamos fogem-nos debaixo dos pés, desequilibrando-nos. Passei somente a pisar os tapetes rolantes que se enrolam aos meus olhos e se atravessam ao longo do sentido, até já com que me despeço do viajante que não consegue acertar na sua rota. Abandonei o tabaco e guardo eternamente a caixa de fósforos para me iluminar o caminho. Na escrita, luto contra fantasmas. São o segredo que tenho escondido nos baús da memória. As vivências retratadas são a minha carapaça de escritor que luta na guerra juntamente com soldados sem pátria. São estas promessas que me amarram à realidade. As fotografias que vão servindo de inspiração à minha escrita tentam apagar os erros ortográficos que se espalham, moldando as palavras na areia. Criam relâmpagos de lembranças que me enganam os sentidos. Parto os púcaros de resina que estão suportados nas árvores que rolam à minha frente. Resina que me liberta. A ira se dispersa, conservando o inseto que se dispersou do seu exercício matinal. De criança distraída, passei a ser um escritor abstraído. A escrita liberta-me a alma e perdoa-me os erros que a vida não me corrigiu. As palavras surgem como soluços de lágrimas que nunca escorreram. São diques que me tratam por você. Por vezes, no silêncio da escrita, a luz da rua torna-se ténue e a luz do candeeiro de dupla luz fosca teima em não se acender. O Céu escurece e a Lua começa a brilhar, adoro observar a esfera que a encerra. Os pássaros deixam-me partir, mas o tempo condenou-me a escrever a sua biografia. Não posso partir. E ignoro a voz de quem me chama. Sonho com o Amor, não confundindo a vaca leiteira com os touros que colhem o bravo toureiro na sua praça. Sou um poeta sério, mas também sei fazer troça da vida violenta que me faz pender a cabeça. Viva o vermelho, viva o verde, grita o amarelo aflito. Ondula esfarrapada a nossa bandeira à minha passagem." Bom Norte
sábado, novembro 12, 2011
perdida?!...







