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sexta-feira, junho 29, 2012
quinta-feira, junho 28, 2012
...a minha escolha...
ESCOLHE POR TI
Já reparaste na força que tem uma escolha?
Quando uma pessoa escolhe por si, por quem é, porque quer consolidar o ser.
Quando a pessoa escolhe por si, pela luz que tem, não há consequência que a abale.
Não há percalço que a desmobilize. E porque essa escolha vem de dentro, das profundezas da essência, tem uma força avassaladora.
E cria auto-estima. Cria amor-próprio, auto-construção.
Cria energia para mais e mais escolhas. E quando a energia de escolha se liberta, cria um movimento ondulatório em direcção ao Universo. Universo esse que devolve, em forma de abundância, uma energia calma e pacificadora.
E o ser encandeia de tanta luz.
E o céu fica mais rico a cada dia quepassa. Essa é a força da escolha. A força de fazer crescer o Universo.
Jesus
segunda-feira, junho 25, 2012
domingo, junho 24, 2012
quinta-feira, junho 21, 2012
terça-feira, junho 19, 2012
sábado, junho 16, 2012
sexta-feira, junho 15, 2012
quinta-feira, junho 14, 2012
quarta-feira, junho 13, 2012
Dia de Sto.antónio
oh meu rico Santo Antoninho...
Agora, vamos a uma simpatia para que você encontre um amor para a sua vida!
Simpatia para encontrar um amor
Ingredientes:
- 2 alianças douradas, pode ser bijouteria.
- 2 fitas de seda vermelha.
- 2 pingentes de coração dourado – biju.
- perfume de sua preferência.
- 2 velas vermelhas.
- 2 rosas vermelhas.
- 1 litro de água.
Preparo: Ferva a água. Em seguida, coloque as pétalas das duas rosas, deixando apenas uma pétala para a finalização da simpatia. Posteriormente, borrife um pouco de perfume na água do banho. Deixe amornar e coe.
Após o banho higiênico, tome o banho de pétalas de rosa do pescoço para baixo, não enxague nem enxugue, deixe secar naturalmente. Em seguida, vista roupa de cor clara logo após o banho e inicie a segunda fase da simpatia.
Coloque as velas em um prato branco, deixe-as distante uma da outra para que elas apenas se queimem. Se você tiver o nome da pessoa, escreva-o em um papel branco e coloque embaixo da vela. Se não tiver ninguém, apenas mentalize a atração de um amor para você.
Próximo ao prato, estenda o pano vermelho, pegue a fita e amarre as alianças dando sete nós. Depois com a outra fita, amarre os dois corações também dando sete nós.
Coloque a pétala junto com as alianças e os corações. Borrife o perfume sem dar nós. Feche o pano e coloque em uma gaveta que ninguém mexa por sete dias e diga:
“Que Exu abra meus caminhos no amor e me ajude a encontrar a verdadeira paixão de minha vida. Estou aqui com meu peito aberto a sua benção e peço que afaste de mim a solidão e os relacionamentos complicados, trazendo-me somente as bênçãos de um relacionamento leal e sério”.
Ao final, não se esqueça de devolver as pétalas junto à natureza!
Laroiê Exu!!! Viva Santo Antônio!!!
Por Mim e Por Ti
| POR MIM
Esse é o teu amor por mim. Quando te olhas todas as manhãs, e tentas novamente aceitar-te. Esse é o teu amor por mim. Quando te alimentas
adequadamente para o teu corpo não adoecer. Esse é o teu amor por mim. Quando te ofereces pequenos presentes. Porque tu mereces. Porque eu mereço que tu mereças.
Quando alcanças a maioridade do ser. Quando me alcanças nas alturas.
Quando me sonhas, me sorris. Esse é o teu amor por mim. Não quero que
escrevas. Só quero que sintas, que sintas esse amor por mim (o amor que
tens por mim).
Cada lagoa que olhas, olhas por mim. Cada pôr-do-sol, cada estrela cadente que contemplas, dás-me um pouquinho desse prazer. Cada memória que tens, tem-na por mim. Fá-lo por mim. Cada ser humano que abraças, cada olhar que tocas, fá-lo por mim. Ama por mim.
Não posso estar aí, mas sinto a matéria por cada um de vocês, por cada ser humano que honra o que sente. Que vê o seu coração voar de encontro às alturas. Cada vez que te apaixonares, fá-lo por mim. Cada vez que utilizares a minha luz para amar, contemplar e viver, vais sentir-te mais, vais dar mais e vais unificar o céu e a terra por força da nossa união.
Jesus | ||
terça-feira, junho 12, 2012
segunda-feira, junho 11, 2012
...aqui estou escondida...perdida...
Poema Inacabado
Escondi-me lá onde a lua não chega
e o vento não sopra.
Onde não encontro sorrisos e palavras envolventes,lá onde a saudade mora e a tristeza impera.
Escondi-me…
Escondi-me simplesmente do mundo,
Mergulhei numa dor contida neste oceano profundo,
onde palavras sem força sem perdem entre os dedos
como se fossem areia.
Num ténue véu de sentimentos que me abraça,
onde correm rios de lágrimas de saudade.
Onde visto a tristeza a tristeza de um manto de dor.
Perdida… na negrura da noite onde os meus olhos
não têm luz e já nada encontram.
Perdida.
Lá, onde me falta a mão que me guia e a voz que me fala.
Perdida em ti…
Nas tuas palavras e no teu abraço que silenciosamente
me davas na distância.
Perdida…
Entre as letras soltas que não consigo juntar,
entre nós tecidos que morreram em frases não escritas.
Simplesmente perdida entre palavras soltas e sem sentido
neste poema inacabado…
Nina M.
Escondi-me lá onde a lua não chega
e o vento não sopra.
Onde não encontro sorrisos e palavras envolventes,lá onde a saudade mora e a tristeza impera.
Escondi-me…
Escondi-me simplesmente do mundo,
Mergulhei numa dor contida neste oceano profundo,
onde palavras sem força sem perdem entre os dedos
como se fossem areia.
Num ténue véu de sentimentos que me abraça,
onde correm rios de lágrimas de saudade.
Onde visto a tristeza a tristeza de um manto de dor.
Perdida… na negrura da noite onde os meus olhos
não têm luz e já nada encontram.
Perdida.
Lá, onde me falta a mão que me guia e a voz que me fala.
Perdida em ti…
Nas tuas palavras e no teu abraço que silenciosamente
me davas na distância.
Perdida…
Entre as letras soltas que não consigo juntar,
entre nós tecidos que morreram em frases não escritas.
Simplesmente perdida entre palavras soltas e sem sentido
neste poema inacabado…
Nina M.
sábado, junho 09, 2012
...arriscando...
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.
William Shakespeare
quarta-feira, junho 06, 2012
...percebo?!...
PERCEBE Podes não saber, mas a situação que estás a viver segue um padrão. Tem uma frequência vibratória. Tem um timbre energético. Percebe isso. Independentemente de quem te colocou nessa situação ou se foste tu próprio que provocaste. Independentemente de te terem feito mal ou de tu teres feito mal a alguém. Independentemente de te ter feito sofrer, a ti ou a outras pessoas. Independentemente de tudo, percebe que essa situação não é única na tua vida e que a emoção que ela despoleta não te é desconhecida. Podes não ter vivido nesta vida essa situação em particular, mas com certeza já viveste outras situações com o mesmo peso emocional. Isso que estás a sentir agora, independentemente de tudo, de quem provocou, de como ou quando, independentemente de qualquer questão externa ao teu peito, isso que estás a sentir agora é-te conhecido. Mais do que te ser conhecido, é teu. É uma emoção da tua alma, uma densidade que ainda não está resolvida e que de vez em quando vem à tona para que possas perceber que ainda não está resolvida. Por isso, pára de focalizar a tua atenção para fora de ti próprio. Vai buscar essa emoção tão conhecida. Esquece as pessoas. Esquece as coisas. As circunstâncias. Centra-te no teu peito. Centra-te e puxa essa emoção. Puxa. Sente. Sente. E quando esse sentir tomar conta de ti, por teres decidido aceitar que é teu, que te pertence, nessa altura e só nessa altura chega a hora de tirar. De te desfazeres dele. Percebe uma coisa: Nunca vais poder desfazer-te de algo que não aceites ser teu. E este é um conceito que deverás levar até ao fim da tua vida. Primeiro aceita que é teu. Depois retira. «E como se retira?», perguntas tu. E eu respondo. Prescinde dessa emoção. Considera que é tua, mas não desta vida, que vem de tempos passados e que já não está aí a fazer nada. Prescinde. Percebe que já não precisas dessa emoção para seres quem és. Essa emoção não é criativa, não é positiva. E hoje, no teu peito, só poderão caber emoções positivas, construtivas e que façam avançar a tua alma no sentido da evolução. Prescinde do que estás a sentir. Pára de achar que os outros é que te puseram nesse estado. Percebe que és tu que te pões nesse estado a cada vez que olhas para os outros como se eles fossem os maus da fita. Percebe isso, e estarás cada vez mais perto da verdade. Jesus |
terça-feira, junho 05, 2012
sexta-feira, junho 01, 2012
" SOU COMO UM LIVRO"
" SOU COMO UM LIVRO"
Há quem me interprete pela capa.
Há quem me ame apenas por ela .
Há quem nunca tentou .
Há quem alguém me quis ler .
Há quem nunca se lhe interessou .
Há quem leu e não gostou.
Há quem leu e se apaixonou.
Há quem apenas buscou em mim palavras de consolo.
Há quem só perceba teoria e objectividade .
Mas, tal como livro , sempre trago algo de bom de mim....
Há quem me interprete pela capa.
Há quem me ame apenas por ela .
Há quem nunca tentou .
Há quem alguém me quis ler .
Há quem nunca se lhe interessou .
Há quem leu e não gostou.
Há quem leu e se apaixonou.
Há quem apenas buscou em mim palavras de consolo.
Há quem só perceba teoria e objectividade .
Mas, tal como livro , sempre trago algo de bom de mim....
quarta-feira, maio 30, 2012
...sou EU...


| ATENÇÂO Eu estou no barulho que a colher faz quando mexe o chá. Estou na natureza, nas mais ínfimas coisas. Dar atenção às mais pequenas coisas é dar-me atenção a mim. Eu sei que queres dar-me atenção quando meditas,rezas ou elevas os teus pensamentos ao céu. Isso eu compreendo e agradeço. Mas repara que também estou aí em baixo a dar luz às mais pequenas coisas... às quais tu não dás importância. Tu pensas que eu só estou nas coisas importantes e só dás importância às coisas importantes. E se eu te disser que estou na chuva que cai, na flor que pisaste,no animal que não cuidaste, em toda e qualquer manifestação de vida? E se eu te disser que estou no barulho que a colher faz quando mexe o chá, que estou no próprio chá e na solidão de quem mexe o chá? E se eu te disser que estou dentro de ti, dentro do teu peito, dentro dessa coisa mais importante deste mundo a que tu não dás importância nenhuma? E se eu te disser que estou dentro das lágrimas que os teus olhos soltam quando te decides a chorar e libertar toda essa emoção contida? E se eu te disser que estou nesse sorriso largo e aberto, sorriso franco de quem chora quando é preciso e se alegra nos momentos bons da vida? Da próxima vez que fores fazer a coisa mais ínfima deste mundo, pensa em mim. Abre o coração e deixa-me entrar. Eu estarei aí. Jesus | ||
segunda-feira, maio 28, 2012
28 de Maio: Em 1926 foi salva a dignidade nacional
28 de Maio: Em 1926 foi salva a dignidade nacional
Em 28 de Maio de 1926 as Forças Armadas, animadas por um sentimento unânime de defesa da dignidade nacional, resolveram instaurar um regime de ditadura militar, formando-se então um governo alheio aos partidos e às ideologias partidárias, constituído por técnicos e peritos em matéria de administração dos vários departamentos estaduais.
Depois de várias hesitações e peripécias, de feitas algumas tentativas infrutíferas e de vencidas várias dificuldades, apenas em 1928 o País passou a ter um governo com autoridade, eficiente e responsável. O facto é que passados apenas dez anos a face do País já era inteiramente diferente, mercê da capacidade, patriotismo e honestidade dos governantes e, também, do franco e decidido apoio da população, Portugal havia retomado o seu lugar entre as nações da Europa, passando a estar presente, de cabeça erguida e livre, como pedra válida no xadrez da política internacional.
Tanto os estrangeiros como os nacionais residentes fora do País puderam verificar e testemunhar o ressurgimento experimentado e bem assim o progresso que beneficiou a terra portuguesa; simultaneamente, Portugal recuperou o prestígio e o respeito que a sua fulgurante história fazia jus, apesar de ter estado privado de um e outro, ou pelo menos bastante diminuído, durante mais de cem anos.
Para que fossem alcançados aqueles resultados foi necessário pôr termo às lutas partidárias e às quezílias que alimentavam as rivalidades entre as diversas facções, uma vez que a divisão comprometia a unidade nacional, punha em risco a independência do País e consumia os esforços e recursos necessários à ciclópica tarefa de retirar a Nação da injusta situação de miséria e subdesenvolvimento em que ela se achava.
Os partidos políticos foram banidos, embora já se achassem desfeitos por falta de adeptos e também em face do descrédito em que haviam caído, tanto os seus programas ou doutrinas, como também os seus dirigentes e camarilhas; a Nação, na sua maioria, farta de sofrer os males da orgia carnavalesca até então vivida no plano político, não regateou o seu indiscutível apoio ao novo regime e aos seus dirigentes, cujos objectivos residiam única e exclusivamente na intransigente defesa ou salvaguarda dos interesses nacionais.
Com efeito, saneadas as finanças logo no primeiro ano de governo, foi então possível levar a cabo a construção das infra-estruturas e equipamentos essenciais não só ao bem-estar das populações, como também imprescindíveis à revitalização da anemiada e estagnada economia. Foram então construídos e reparados muitos milhares de quilómetros de estradas, foram renovadas as vias férreas, melhoradas as comunicações, construídos portos e erguidas grandes barragens para a irrigação dos campos e, muito especialmente, para a produção de energia eléctrica.
Os serviços de saúde foram beneficiados com novos hospitais e o ensino foi dotado de estruturas modernas, tendo sido construídos, aos milhares por todo o País, os estabelecimentos escolares exigidos pelos vários graus de ensino.
A Marinha de Guerra foi totalmente reconstruída, tendo sido dotada de navios modernos, em boa parte construídos em estaleiros nacionais, passando o pavilhão português a marcar significativa presença não apenas nas águas continentais, na salvaguarda dos nossos recursos marítimos, mas também nos mares tropicais da África, Ásia e Oceânia. Simultaneamente procedeu-se ao rearmamento do Exército, tendo este sido dotado não só de material moderno como também foram construídos muitos aquartelamentos amplos e capazes de satisfazer as necessidades de grandes efectivos. A Aeronáutica Militar conheceu a maioridade e foi equipada com importantes oficinas e material de voo indispensável à instrução e treino do pessoal e também ao serviço de campanha.
A economia experimentou um tal desenvolvimento que o País passou a figurar entre as duas dezenas de nações mais desenvolvidas, sendo de relevar a subida do produto interno bruto, cujas taxas de crescimento atingiram níveis invejáveis que prenunciavam um espectacular desenvolvimento económico.
Por mais que os caluniadores e detractores do regime do Estado Novo e dos seus dirigentes pretendam solapar ou diminuir a grandiosa obra então realizada, tanto no campo material como no do espírito, a História não deixará de apontar aos vindouros que os 46 anos daquele regime nacional restauraram Portugal e tonificaram nos corações e nas mentes dos patriotas o orgulho da sua qualidade de Portugueses.
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