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sexta-feira, abril 27, 2012

...interessante...


Sintonia com a maledicência

Sincronicidade com as consequências
Halu Gamashi



Maledicência é a arte nefasta de destruir e apavorar. A maledicência é um crime difícil de provar e todo maledicente é um covarde que dissemina o prejuízo a outros roubando a condição da defesa.
 
O que o maledicente não sabe é que organismo humano participa completamente das construções do pensamento e do sentimento. O maledicente não sabe dos venenos e toxinas que existem no nosso corpo e a proliferação delas no ato de construir o sentimento e o pensamento maledicentes. 

O maledicente faz mal a si, organicamente falando, para produzir uma química perversa para falar mal, para provocar o mal, para produzir o mal estar.

Quando penso nisto eu fico imaginando quando a crescente tecnologia comprovar estas teses, o que o homem do futuro pensará sobre nós? É fato que a tecnologia vem comprovando muitas coisas que os terapeutas alternativos afirmam há séculos. Mas, infelizmente, esta realidade não esta aculturada, não faz parte do conhecimento comum, mas logo fará.

Será que os nossos decentes não nos verão como primatas suicidas que, por insegurança, provocavam doenças orgânicas em si mesmos para ter uma pequena diversão bárbara, desenvolvendo maledicências sobre outras pessoas?

Para pensar e sentir maledicentemente o maledicente entra em contato com a parte mais densa e inferior da sua composição emocional e energética. Na minha linguagem eu descrevo este comportamento como sintonia com o eu inferior e, manter-se em sintonia com a própria inferioridade, é aprisionar a capacidade de crescimento não permitindo a evolução e o progresso. Cada pessoa que se aprisiona no seu eu inferior diminui da humanidade a capacidade de crescimento, primeiro por se tornar uma pessoa pesada que destila venenos e mal estar para todos os que estão ao seu redor. Uma pessoa desta pode acabar uma festa, um almoço, um fim de semana de outras pessoas que se reuniram para cultivar a alegria e a diversão, isto quando cooperam para destruir casamentos, sociedades, parcerias etc

Já está comprovado que pessoas alegres e divertidas saem mais rápido de processos de depressão, de ansiedade, suportam melhor as perdas e retomam a vida com mais forca e determinação.

Vocês já pararam para pensar no mal que causa um maledicente, uma maledicência?

As sincronicidade consequentes de uma maledicência são brigas, desafetos, tristeza, medo. Importante pensarmos nisto cada vez que começarmos a construir uma maledicência. Eu sugiro, como terapeuta, uma ação efetiva e eficiente para estas situações, ao sentir os seus primeiros lampejos, procurar ouvir uma boa música, tomar um banho com perfume, não adianta simplesmente deixar para lá, posto que o mal já se apossou do corpo, já se apossou da mente e busca os órgãos da fala para completar a sua saga.

A primeira vítima de uma maledicente é ele mesmo, a segunda vítima é para quem ele confiou a sua maledicência e a terceira vítima é o injuriado, o caluniado, o depreciado.

A primeira vítima sofre organicamente de forma mais direta, a segunda vítima é indiretamente afetada, se concorda com a maledicência deixa de ser a segunda e divide espaço com a primeira vítima, se não concorda com a maledicência vai se sentir irritado, enraivecido, o que traz, da mesma forma, sintonia e sincronicidade com o eu inferior, a terceira vítima, se responde a maledicência com outra maledicência, deixa de ser a terceira vítima e passa a ser a primeira e, se, ao ser maledicentemente importunado, sente raiva, medo ou desprezo também esta entrando em sintonia com o seu eu inferior.

Este texto tem a função de alertar todos os interessados numa vida sadia, anulando do seu cotidiano as inferioridades desnecessárias. Trabalha em favor e em parceria com o eu superior. Tenha bom senso para saber discernir, não permita que a mesquinharia coletiva transforme você em um fantoche da maledicência, não faca sintonia com este tipo de acontecimento. É um tipo de sintonia na qual todos os envolvidos são prejudicados.

Procure se lembrar das vezes em que se envolveu com a maledicência, seja como primeira, segunda ou terceira vítima. Lembrou? Se conseguiu lembrar é porque a química e as energias intrínsecas a este acontecimento ainda circulam  na sua veia.

Não basta dizer não a maledicência, é preciso uma ação maior para cura-lá e, o que muitos ainda não sabem, é que é uma doença com grande força de somatização orgânica.

Sou terapeuta há vinte e cinco anos e sei, por experiência com os meus pacientes, os males e as sincronicidades negativas que a sintonia com o eu inferior podem provocar.

A favor da saúde e de um bem estar maior,


Halu Gamashi

quinta-feira, abril 26, 2012

quarta-feira, abril 18, 2012

A vida chama-te

O CHAMAMENTO 

A vida chama-te. A vida chama-te para saíres desse marasmo em que te
meteste. A vida chama-te para novas e grandes aventuras. Só tens de dizer
sim. Só tens de aceitar o compromisso de honrar o que vieste fazer à terra,
que é seres quem tu és. 

Desde que tu consigas em todas as ocasiões Ser, o resto far-se-á por si.
Anda ver a vida. Sai desse casulo, desse mar de pseudoconforto emocional
a que te votaste. «Se não arriscar, nunca vou perder», pensas tu. E também
nunca vais ganhar, digo eu. 

Por isso, fecha os olhos, respira fundo, abre as tuas asas e aprende de uma
vez por todas que começa em ti o movimento de aprenderes a voar. 

Jesus 

quinta-feira, abril 12, 2012

A ALMA

A ALMA 

Certa vez, uma alminha no céu decidiu reencarnar. Era uma chama de luz,
muito brilhante, na nuvem, à espera de encarnar. Tinha subido havia algum
tempo, e tinha dedicado um período a analisar o passado, a vida passada.
Aliás, as vidas passadas. Tudo o que tinha cumprido, e o que nem por isso.
Emoções tortuosas que tinha limpo e outras que tinha ganho. 

A alminha, na nuvem, preparava-se para uma nova jornada. E preparava
também a missão. O que escolhera desta vez. As tensões a que iria ser
sujeita, para que a sua nova tarefa vingasse. Escolhia o tipo de país, o tipo
de pais, as condições económicas, sociais e atmosféricas. Se iria nascer
com a emoção à flor da pele, ou com um bloqueio desmesurado. 

Tudo foi combinado ao pormenor com as outras almas com quem se iria
cruzar no caminho. Quando encarnasse e entrasse no corpo de um bebé,
iria esquecer-se de tudo. O véu do esquecimento é implacável. Só havia
uma única coisa que lhe pediam que nunca esquecesse. Só uma. 

«Podes esquecer-te de tudo o que combinámos, podes até falhar na missão,
bloquear as emoções ou não chegar sequer a evoluir. Só te pedimos que
não te esqueças de uma coisa. Não te esqueças que não podes deixar, em
hipótese alguma, apagar a tua luz. Pode acontecer tudo, mas não deixes que
ela se apague.» 

Jesus