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quarta-feira, novembro 30, 2011

...cala o bico


cala o bico antes de dizeres alguma asneira...

...porque é que não tenho o melhor...porque Eu não quero...


NÃO TER
Hoje quero falar de responsabilidade. Mas não quero falar da responsabilidade
do que fazes. Já falámos demasiado s obre isso. Não quero falar da
responsabilidade do que tens. Muito menos da responsabilidade do que és.
Hoje, meu amigo, minha amiga, quero falar da responsabilidade do que não
tens.

Pensa no que não tens. No que gostavas de ter hoje. No que gostarias de ter
tido toda a tua vida, e não tiveste. Pensa que não tiveste ou não tens por algum
motivo. Toda a matéria, toda a abundância está disponível para vocês aí em
baixo.

Tudo está à disposição da vossa energia. E se vocês não conseguem as
coisas, é pura e simplesmente porque essas coisas não fazem parte da vossa
energia. Não são para vocês com a energia que têm hoje.

Agora pensa que se mudares a tua energia, essas coisas pelas quais anseias
podem começar a fazer parte do teu sistema energético… Não as coisas que
desejas para ser rico, não as que desejas para mostrar aos outros. Pura e
simplesmente as que desejas para te sentires feliz a usufruir delas, porque
essas coisas, na matéria, te fazem ficar mais próximo da tua essência e
consequentemente da tua alma. E nós, cá em cima, nunca negamos um pedido
da alma, quando isso é adequado energeticamente.

Resumindo. Tudo o que não tens hoje é da tua inteira responsabilidade. Atraíste
esta situação pela força de vibrares de uma determinada maneira. E mudar a
frequência energética tem que ver com escolha e compromisso. Agora, cabe-te
a ti fazer a tua escolha e estabelecer o teu compromisso.


Alexandra Solnado

quinta-feira, novembro 24, 2011

DANÇA da VIDA...


DANÇA

Tenta descobrir qual o tango que as pessoas dançam. O oprimido já é oprimido
mesmo antes de atrair o opressor.E o opressor já o é antes de atrair o oprimido.
Quando eles se atraem, para quem vê de fora, parece incrível, como aquela
pessoa pode oprimir tanto a outra. Mas não é bem assim. Eles encaixam e
dançam o tango.

E (como vocês dizem) o tango só pode ser dançado a dois. Ninguém consegue
dançar o tango sozinho. É só perceber a lógica de cada um. Em cada duas
pessoas, há sempre áreas que convergem e áreas que divergem. Fará parte do
livre-arbítrio e da memória de ambos escolherem a área boa, a área que tem luz,
para partilharem esta vida.

Mas podem escolher a área densa que os une. E multiplicá-la até à exaustão. A
escolha é de cada um. Se conseguires compreender os pólos de cada um, se
conseguires desvendar o «tango» que cada um dança, depois basta desmontar
essa falácia.

Quando cada um perceber que encaixa na memória kármica do outro, e que
pode escolher sair de lá, pode acontecer, pode mesmo acontecer que consigam
os dois ganhar consciência e sair de lá de mãos dadas.


Alexandra Solnado

quinta-feira, novembro 17, 2011

SOMOS "Seres" e não "Teres"


POR QUE SOMOS "Seres" e não "Teres"

Quanto mais nos concentramos no mundo que nos rodeia menos somos capazes de perceber que o nosso bem-estar, o nosso equilíbrio, a nossa harmonia, enfim, esses momentos a que chamamos de "bem-estar" ou até mesmo de "felicidade" estão cá dentro, no nosso mundo mais íntimo e privado. Tudo isso tem de vir de dentro para fora e não no sentido contrário. Nós somos SERES e não TERES.

quarta-feira, novembro 16, 2011

...o que nos faz crescer...


A vida nos ensina e o tempo faz-nos crescer. Este é o lema que me faz tentar vencer a mediocridade. Para vivermos em harmonia, temos que saber fazer cedências. São palavras que eu encerro no meu coração. Na minha infância, por vezes, não tinha vontade de frequentar a escola. Mas senti que, ao longo do tempo, a justiça foi o meu melhor professor. Em certas alturas da vida, os tapetes que pisamos fogem-nos debaixo dos pés, desequilibrando-nos. Passei somente a pisar os tapetes rolantes que se enrolam aos meus olhos e se atravessam ao longo do sentido, até já com que me despeço do viajante que não consegue acertar na sua rota. Abandonei o tabaco e guardo eternamente a caixa de fósforos para me iluminar o caminho. Na escrita, luto contra fantasmas. São o segredo que tenho escondido nos baús da memória. As vivências retratadas são a minha carapaça de escritor que luta na guerra juntamente com soldados sem pátria. São estas promessas que me amarram à realidade. As fotografias que vão servindo de inspiração à minha escrita tentam apagar os erros ortográficos que se espalham, moldando as palavras na areia. Criam relâmpagos de lembranças que me enganam os sentidos. Parto os púcaros de resina que estão suportados nas árvores que rolam à minha frente. Resina que me liberta. A ira se dispersa, conservando o inseto que se dispersou do seu exercício matinal. De criança distraída, passei a ser um escritor abstraído. A escrita liberta-me a alma e perdoa-me os erros que a vida não me corrigiu. As palavras surgem como soluços de lágrimas que nunca escorreram. São diques que me tratam por você. Por vezes, no silêncio da escrita, a luz da rua torna-se ténue e a luz do candeeiro de dupla luz fosca teima em não se acender. O Céu escurece e a Lua começa a brilhar, adoro observar a esfera que a encerra. Os pássaros deixam-me partir, mas o tempo condenou-me a escrever a sua biografia. Não posso partir. E ignoro a voz de quem me chama. Sonho com o Amor, não confundindo a vaca leiteira com os touros que colhem o bravo toureiro na sua praça. Sou um poeta sério, mas também sei fazer troça da vida violenta que me faz pender a cabeça. Viva o vermelho, viva o verde, grita o amarelo aflito. Ondula esfarrapada a nossa bandeira à minha passagem." Bom Norte

sábado, novembro 12, 2011

perdida?!...


Não… não, eu não posso continuar neste labirinto que me enlouquece mais e mais a cada minuto que passa. Tenho que encontrar a saída que conduz à liberdade, à minha liberdade. Aprisionei-me, sem me dar conta, na teia que eu própria teci, como a aranha que tece a sua fortaleza com fios que se desfazem com um simples sopro de vento.

A minha pseudo-fortaleza também ruiu antes de eu mesma abrir os portões e acabei ficando soterrada nos escombros que se transformaram neste labirinto onde me perco todos os dias um bocadinho e aumenta a minha angústia de não ter a força para caminhar até à saída em liberdade, mas tenho que a arranjar, construi-la, procura-la, sei lá. Sob pena de ficar perdida para sempre, tenho que arranjar a força para caminhar até à saída que dá entrada no espaço livre onde posso passear. Viver! Viver sem o medo de não conseguir mais voltar.


Liz

Por vezes...

Por vezes terás que...
... Navegar embalado pela ferocidade do Mar Agreste
... Caminhar sem Bússola Orientadora pelas Vielas dos Dias
Mas se levares Contigo a Doutrina do "Acreditar" verás que as «Portas do Mundo» não são uma Miragem!

Marlene

quinta-feira, novembro 10, 2011

...chovendo...


Hoje está chovendo...corações...quem quer um é só apanhar ...e guardar...

segunda-feira, novembro 07, 2011

Tenho FÉ

Significado da palavra FÉ, não encontrado no dicionário: quando estou desanimado e sem forças para prosseguir, sou surpreendido por uma voz interior que me diz
" - Só mais um passo, você já está chegando, só mais um passo..." então vou seguindo passo a passo, e quando vejo já estou longe.

domingo, novembro 06, 2011

Alqueva...Ilha da Fuzeta


A Magia em Alqueva


E onde ficou a magia da Ilha da Fuzeta???

...pois é verdade...


com a mentira podes ganhar muitas batalhas... mas nunca uma guerra :)

*Não deixe que ninguém o apresse a dar uma resposta; actue com cautela e responsabilidade, de forma a encontrar a solução mais sábia.

* *Brahma Kumaris*

quinta-feira, novembro 03, 2011

tá bonito,tá...

esta saiu na noite das "bruxas" e ficou neste estado...

..o cheiro dos sentimentos...

Cada sentimento exala o seu aroma... Depende do coração,

Não se deve esperar a próxima primavera, pra sentir o perfume das flores! Sinta o perfume

hummmm...hoje cheira-me a baunilha...e a caramelo...