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quinta-feira, setembro 01, 2011

Primeiras chuvas


aromas da chuva aromas perfumados melancólicos nuvens bailando num céu cinzento frases silenciosas que calo no meu peito no som do canto das águas escorrem-me desejos pelo rosto pelo corpo numa nuvem carregada de chuva sou gota que escorre livre pelo rosto a noite escoa-se pelos becos dos abismos da noite escura quando a chuva cai lavando o asfalto vem ter comigo lavando-me as penas gota de chuva escorre-me pela nuca vidraça que embaça frescura que fica

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