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quarta-feira, julho 25, 2012

Tentar Não é igual a desistir...


Tenho-te dito o que fazer. Às vezes coisas difíceis, às vezes coisas
impensáveis. Mando-te fazer coisas simples e singelas ou complexas
e imprescindíveis. É claro que as tentas fazer. É claro. Mas nem
sempre consegues. Nem sempre és capaz, nem sempre tens
evolução para tanto. E aí vem a culpa. «Não fiz isto, não fiz aquilo.
Não fiz o que deveria fazer.» Culpa. 

A partir daí tens dois problemas. O de não teres feito o que te pedi, o
que naturalmente causa um certo embaraço na tua alma… E a culpa
de não teres feito o que te pedi, o que naturalmente causa algum
embaraço em mim. A questão é outra. 

E se, em vez de não fazeres o que pedi e sentires culpa por isso,
encontrasses uma terceira via? Uma via possível? Se te mando correr
100 metros e não consegues, o que seria desejável? Não correres
nada, ou correres pelo menos 50, 60, 70 metros? Ou 20 ou 30? Mas
pelo menos correres alguma coisa. Neste caso, quanto mais
corresses, mesmo não sendo os 100 metros, quanto mais corresses,
repito, mais perto ficarias do destino original, do destino solicitado por
mim. 

Agora pensa nas coisas que te peço. Algumas impossíveis para ti.
Impossíveis, por enquanto.Porque se começares agora a fazer «uma
parte» dessas coisas e continuares sempre a avançar nesse caminho,
mais perto estarás do meu objectivo. Não consegues perdoar alguém,
por exemplo. Mas podes tratar essa pessoa com mais amor. Não
consegues tratá-la com amor, mas podes tratá-la com respeito. Podes
sempre fazer alguma coisa. Lembra-te sempre: cada passo que
damos em direcção à luz é um passo que nos afastamos das trevas. 


Jesus

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